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terça-feira, 28 de julho de 2015
dólar avança ante o euro, um dia antes do anúncio do Fed
Estadão ConteúdoEstadão Conteúdo – 1 hora 9 minutos atrás
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O dólar valorizou ante o euro e o iene nesta terça-feira, 28, em meio às expectativas de que o Federal Reserve, o banco central norte-americano, dará mais clareza em breve sobre o momento da alta de juros nos Estados Unidos.
No fim da tarde em Nova York, o dólar avançava a 123,55 ienes, de 123,25 ienes no fim da segunda-feira, enquanto o euro caía a US$ 1,1056, de US$ 1,1091.
Investidores estão à espera da conclusão da reunião de dois dias do comitê de política monetária do Fed, para saber se o banco central está mais perto de elevar os juros. O comunicado do Fed sai nesta quarta, às 15h (de Brasília).
O dólar se valorizou com investidores à espera de um sinal do Fed de que está se preparando para elevar os juros já em setembro, disse Joe Manimbo, analista sênior de mercado da Western Union. Taxas de juros mais altas nos EUA elevam a demanda pelos dólares, pois garantem mais retorno aos investidores detentores dessa moeda.
"O mercado tem estado há tempos em modo de espera", disse Manimbo. Segundo ele, é preciso um catalisador mais claro para impulsionar a compra de dólares, e o Fed pode trazer isso.
Muitos gerentes de ativos vinham realizando apostas de que o dólar deveria valorizar, diante da expectativa de que o Fed pudesse elevar os juros perto do meio do ano, o que levou a moeda a máximas em vários anos ante outras divisas de mercados desenvolvidos. Por outro lado, bancos centrais na zona do euro e no Japão estão afrouxando suas políticas monetárias, para fortalecer o crescimento e elevar a inflação, usando medidas que enfraqueceram suas próprias moedas.
Mas o crescimento lento por volta do início de 2015 nos EUA e a crescente incerteza sobre o momento do Fed elevar os juros têm contido a ascensão do dólar desde meados de março. Mas os investidores em geral ainda acreditam que o dólar se valorizará neste ano, particularmente após a presidente do Fed, Janet Yellen, dizer neste mês no Congresso em Washington que o BC continua no caminho para elevar seus juros em 2015.
O dólar reduziu seus ganhos após a divulgação do índice de confiança do consumidor do Conference Board, que recuou. A leitura do grupo de pesquisa privado caiu para 90,9 em julho, de 99,8 em junho (dado revisado, de 101,4 antes informado), bem abaixo da previsão dos economistas de 100.
Dois homens suspeitos de roubar casa em Piraí são presos em operação da PRF
Agência O GloboPor O Globo | Agência O Globo – 1 hora 5 minutos atrás
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RIO - Dois homens foram presos na manhã desta terça-feira, por policiais rodoviários federais, acusados de roubar uma casa nas proximidades da Rodovia Presidente Dutra (BR-116), na altura de Piraí, na região do Vale do Paraíba. Os agentes, que participavam da Operação Brasil Integrado Rio, receberam uma denúncia sobre homens em uma Kombi branca, que teriam furtado objetos numa residência. Foi montado um cerco e os dois suspeitos, de 39 e 52 anos, foram capturados.
Os homens estavam no veículo indicado, com placa do Rio de Janeiro, e diversos objetos furtados, como eletrônicos e outros pertences das vítimas. Todo o material foi recuperado e devolvido aos proprietários. A ocorrência foi encaminhada para a 94ª DP (Piraí).
HABILITAÇÃO FALSA NA BAIXADA
Na Baixada Fluminense, um homem de 28 anos foi flagrado por policiais rodoviários federais em uma moto, dirigindo com habilitação falsificada, na Dutra, altura de Nova Iguaçu. Agentes da PRF, da equipe de moto policiamento, abordaram o suspeito, que afirmou ser mototaxista e apresentou o documento, com o número de registro em nome de outra pessoa.
Ele negou qualquer irregularidade, e disse ter tirado a habilitação numa autoescola de Belford Roxo. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal, em Nova Iguaçu.
Correção na política econômica do Brasil deve continuar, avalia S&P
Estadão ConteúdoPor Altamiro Silva Junior, correspondente | Estadão Conteúdo – 1 hora 1 minuto atrás
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A redução das metas fiscais no Brasil foi um reflexo da piora da situação econômica, avaliou nesta terça-feira, 28, a analista da agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P), Lisa Schineller, em uma teleconferência com jornalistas e analistas de bancos como UBS, HSBC e ING. "Mantemos a crença de que a correção de políticas econômicas vai continuar no Brasil", disse ela.
A S&P até então não tinha se manifestado publicamente sobre as mudanças nas metas fiscais, anunciadas na semana passada e que desagradaram a alguns economistas. Lisa frisou logo no início de sua apresentação que não acredita que a mudança da meta de superávit primário, de 1,1% estabelecida inicialmente para 2015, para apenas 0,15%, signifique um menor comprometimento do governo com o ajuste na economia. Ao mesmo tempo, ela frisou que aumentou nos últimos meses os riscos para a execução da política econômica, por conta da turbulência política no Congresso.
Questionada sobre qual o peso do anúncio da mudança na meta fiscal para a decisão da S&P de revisar o rating brasileiro, mudando a perspectiva para "negativa", Lisa disse que o "componente-chave" foi avaliar a "fluidez" da dinâmica política e o risco de execução de medidas do ajuste econômico e ainda o fraco desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. "A revisão das metas, na nossa visão, foi reflexo da economia mais fraca, da realidade econômica."
Lisa disse ainda que o importante para a avaliação do rating brasileiro é o comprometimento do governo com o ajuste e o empenho em "executar" as medidas de ajuste. Houve uma mudança importante de direção na política econômica entre o primeiro mandato de Dilma Rousseff e o segundo. Lisa ressaltou que a S&P rebaixou o rating brasileiro no ano passado por conta da deterioração de indicadores e do cenário, mas manteve a nota e a perspectiva em março por conta da mudança de direção.
Sobre o crescimento econômico brasileiro, Lisa frisou que a reversão da situação está demorando mais que o previsto e até para o próprio governo é importante que a expansão do PIB seja mais robusta no longo prazo, pois ajuda na consolidação das contas fiscais. A desaceleração da China, disse ela, vem contribuindo negativamente para a piora da atividade, na medida em que colocou fim ao boom dos preços das commodities que ajudou na expansão do Brasil após a crise financeira mundial.
Decisão da S&P mostra que reduzir meta fiscal foi equívoco, diz líder da oposição
Estadão ConteúdoPor Daiene Cardoso | Estadão Conteúdo – 57 minutos atrás
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AFP - 23 horas atrás
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O líder da oposição no Congresso, deputado Pauderney Avelino (DEM-AM), disse nesta terça-feira, 28, que a perspectiva de rebaixamento da nota de classificação de risco do Brasil pela Standard & Poor's (S&P) mostra que a decisão do governo de reduzir a meta fiscal foi equivocada. "Mais uma vez, o governo Dilma/PT errou ao indicar que, mesmo num momento de forte crise, ampliaria os gastos, postura que contradiz a cartilha do bom senso, que recomenda corte de gastos quando em momentos de dificuldade", afirmou, por meio de nota.
A agência de classificação de risco alterou a perspectiva do rating BBB- do Brasil de estável para negativa. A nota da agência representa apenas um degrau acima do grau especulativo. "O iminente rebaixamento mostra que o ministro (da Fazenda) Joaquim Levy tinha razão quando defendia a manutenção ou até o endurecimento das metas. Com o endividamento público crescente, era hora de apertar o cinto", comentou o deputado. O líder chamou o ministro da Fazenda de "ilha isolada de razão no mar da irresponsabilidade petista".
Quadro da gigante russa Rosneft afeta os resultados da BP
Estadão ConteúdoEstadão Conteúdo – 55 minutos atrás
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AFP - 23 horas atrás
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Os resultados da BP foram afetados pelo lucro menor oriundo de sua participação de 20% na gigante russa do setor petrolífero Rosneft. A receita subjacente com a companhia russa caiu em quase 50% no segundo trimestre, para US$ 510 milhões, na comparação com US$ 1 bilhão em igual período do ano anterior.
O dividendo da BP com a Rosneft recuou para US$ 271 milhões, de US$ 693 milhões em julho passado. A BP adquiriu a fatia da Rosneft em 2013, como uma maneira de desistir de uma outra parceria confusa na Rússia, mas os preços baixos do petróleo e as sanções relacionadas à violência na Ucrânia tiraram o brilho desse acordo.
Os resultados, porém, têm um ponto positivo: a BP conseguiu ter um segundo membro eleito no conselho da Rosneft, Guillermo Quintero, presidente do braço da BP no Brasil. Fonte: Dow Jones Newswires.
Bolsas dos EUA fecham em alta com recuperação de ações na China e do Petróleo
Estadão ConteúdoEstadão Conteúdo – 48 minutos atrás
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As Bolsas dos EUA fecharam em alta, recuperando terreno depois de cinco sessões consecutivas de quedas. O mercado reagiu à estabilização das ações na China, onde o índice Shanghai Composite fechou em queda de 1,68%, depois de ter chegado a cair mais de 5% durante a sessão. A recuperação dos preços do petróleo e dos metais básicos também contribuiu para a alta, assim como alguns informes de resultados de empresas no segundo trimestre.
"O petróleo passou a subir e isso provocou um rali das ações de energia, o que está dando apoio ao resto do mercado", disse Art Cashin, do UBS.
Segundo o analista Michael Every, do Rabobank, a situação da China, a crise da dívida da Grécia e a perspectiva de o Federal Reserve passar a elevar as taxas de juro em uma das próximas reuniões estão no foco das preocupações dos investidores. "Aparentemente, ainda temos todas essas três questões no horizonte", acrescentou.
O Fed encerra sua reunião de dois dias nesta quarta-feira e a expectativa é de que não seja anunciada nenhuma elevação nas taxas de juro; os investidores estarão atentos ao comunicado, em busca de pistas sobre quando o aperto monetário deverá começar.
Alguns indicadores foram divulgados nos EUA: o índice de preços de imóveis residenciais S&P/Case-Shiller para 20 regiões metropolitanas recuou 0,2% em maio, em relação a abril, com alta de 4,9% em comparação com o mesmo mês do ano passado, ficando abaixo da previsão dos economistas, que era uma alta de 5,7%.
O índice de atividade dos gerentes de compras (PMI) para o setor de serviços (versão Markit) alcançou 55,2 na pesquisa preliminar de julho, de 54,8 em junho. O índice de confiança do consumidor da Conference Board caiu a 90,9 em julho e o de junho foi revisado para 99,8, de 101,4; economistas previam que ele ficasse em 100,0. O índice de atividade industrial regional do Fed de Richmond subiu a 13 em junho, de 7 em junho.
Entre os destaques da sessão estavam ações de empresas que divulgaram resultados do segundo trimestre, como UPS (+5,07%), Pfizer (+2,94%), Ford (+1,92%), Ingersoll-Rand (-6,62%), DR Horton (-3,18%) e Eastman Chemical (+6,81%). As ações do setor de energia subiram, acompanhando a recuperação dos preços do petróleo em Nova York (Transocean +7,70%, Chesapeake Energy +7,53%, Chevron +3,66%, ExxonMobil +4,06%).
As ações da mineradora Freeport McMoRan subiram 8,44%, em reação à recuperação dos preços do ouro e ao anúncio de um programa de redução de custos. As ações da Caterpillar subiram 3,27%, depois de a empresa anunciar uma aceleração de seu programa de recompra de ações. Entre as ações de empresas que divulgariam resultados depois do fechamento, os destaques foram Twitter (+5,30%), Gilead Sciences (+2,29%), Anadarko Petroleum (+4,09%) e Yelp (-0,65%).
O índice Dow Jones fechou em alta de 189,68 pontos (1,09%), em 17.630,27 pontos. O Nasdaq fechou em alta de 49,43 pontos (0,98%), em 5.089,21 pontos. O S&P-500 fechou em alta de 25,61 pontos (1,24%), em 2.093,25 pontos. Fonte: Dow Jones Newswires.
'Corrupção é histórica', diz Cardozo ao comentar Lava Jato
Estadão ConteúdoPor Victor Martins, Tânia Monteiro e Rafael Moraes Moura | Estadão Conteúdo – 40 minutos atrás
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Cientistas pedem proibição de "robôs assassinos"
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Serra apoia PSDB a usar TV para convocar pessoas para manifestações
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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu nesta terça-feira, 28, que as investigações da operação Lava Jato sigam seu curso. A fala dele ocorreu após o lançamento da plataforma virtual Dialoga Brasil, que tem como objetivo melhorar a interlocução do governo com a sociedade.
Questionado sobre a nova etapa da operação, iniciada hoje, Cardozo disse que "a corrupção no Brasil, infelizmente, é histórica". "Na medida em que existam indícios, eles têm de ser investigados independentemente do setor", afirmou. O ministro disse, ainda, que o combate à corrupção é fundamental e é isso o que a sociedade quer.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça a 16ª fase da Operação Lava Jato, e cumpre 30 mandados judiciais, sendo 23 de buscas e apreensão, duas prisões temporárias de suspeitos e cinco de condução coercitiva.
A nova etapa - denominada Radioatividade - mira exclusivamente em contratos da Eletronuclear, estatal ligada à Eletrobras. A suspeita é que o cartel que teria atuado na Petrobras fraudou licitações na estatal elétrica.
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